Arquivado em: Eliminatórias 2008 | Etiquetas: brasil, cabañas, eliminatórias, paraguai, seleção
Parece que o nosso técnico e anão nas horas vagas não consegue acertar na escalação do time. Talvez o espírito da seleção Grega, com a Euro, tenha incentivado Dunga a escalar uma seleção com 3 volantes de desarme (?), que além de não possuírem qualidade ao sair jogando (??) protegeram tão bem a zaga (???) que Cabañas, sim, o Fenômeno paraguaio em porte e peso, marcou 1 gol e ainda acertou duas vezes a bola na trave. Mas tudo bem, com os eternos desfalques de Maicon e Gilberto pelas laterais, deve ter sido realmente complicado alcançar uma formação satisfatória que rememorasse os períodos áureos vividos por Cafu e Roberto Carlos (1910-1924). Interessante ainda é perceber a metamorfose de uma seleção que antes contava com 100% de jogadores titulares e consagrados em seus clubes e hoje possui como grande estrela o triatleta Robinho, que além de esquentar muito banco pelo Real Madrid ainda corre, pedala e nada. Faltou ainda em campo uma bola extra para que o fominha Diego pudesse mostrar todo seu futebol sem ser importunado por adversários ou companheiros e duas senhas do INSS para Mineiro e Gilberto Silva, candidatos a dirigente e vereador em potencial. Só nos resta então, entoar o imortalizado bordão “Pra frente, Brasil. SALVE A SELEÇÃO!”.

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Quando eu soube que Dunga seria o técnico da seleção brasileira eu podia jurar que era piada. Lembro-me que soube da notícia em um blog de humor, e por isso achei que se tratava de alguma piada.
A seleção brasileira para mim ainda é uma icógnita, se nossos conterrâneos fossem como nossos arquinimigos argentinos talvez as coisas fossem diferentes, isto é, se jogassem em nosso país o que eles jogam nos clubes europeus, falta amor, falta paixão, e no caso de Dunga, falta talento.
Comentário de Thaíssa Junho 17, 2008 @ 1:08 am